Exercer a justiça social, ambiental e pós-humana com linguagens decoloniais
DOI:
https://doi.org/10.18616/lendu.v10i1.10641Resumen
O objetivo deste trabalho é articular três pesquisas distintas, inter-relacionadas, realizadas por três pesquisadoras brasileiras da Linguística Aplicada, em que questões de justiça social e ambiental e pós-humana são associadas aos estudos das linguagens. A proposta é instigar a comunidade acadêmica da área a pensar a necessidade da educação linguística que debate fragilidades e potencialidades de praxiologias sociais, ambientais e pós-humanas para atender à agenda comprometida com a sustentabilidade. As três pesquisas estão ancoradas nas teorias decoloniais de linguagem e sociedade, e enfatizam a necessidade de priorizarmos, mesmo que pelas laterais de um sistema eurocentrado de educação, temáticas que problematizem 1) o modo ocidental de existir; 2) o racismo colonialista que atravessa as produções culturais; e 3) a separabilidade cultura, objetos e natureza. Os resultados nos encorajam a desenvolver pesquisas intra-actantes problematizadoras com a área focal e outras, com vistas a expandir caminhos para praxiologias docentes de educação linguística decolonial.
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