“SOU MALAZARTE, MINHA PARTE É EM TODA A PARTE”

A DESGEOGRAFICAÇÃO NA ÓPERA PEDRO MALAZARTE, DE MÁRIO DE ANDRADE

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18616/lendu.v9i2.10562

Resumen

O objetivo principal deste estudo é investigar como se dá o processo de desgeograficação na ópera Pedro Malazarte, escrita pelo autor paulista Mário de Andrade em 1928, que contou com composições de Camargo Guarnieri e cuja primeira apresentação ocorreu no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1952. Todavia, antes de efetuar a investigação propriamente dita, discute-se sobre o conceito de desgeograficação desenvolvido por Mário de Andrade, da mesma forma que é feita uma contextualização desta ópera, estabelecendo-se um diálogo dos textos do autor com outros estudos teóricos. O processo de desgeograficação é um fenômeno perceptível não apenas em Macunaíma, mas em outras obras andradeanas. Ademais, este processo foi incorporado ao próprio movimento modernista, com o propósito de fazer com que o país pudesse acessar ao todo universal por meio da consolidação de uma literatura nacional.

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Biografía del autor/a

Agnaldo Stein da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina/Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Literatura

Possui Graduação em Letras: Português/Inglês pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC/2011) e em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/2019). Mestre em Literatura, como bolsista CNPq pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/2023). Doutorando em Literatura, como bolsista CAPES pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na linha de pesquisa Textualidades Híbridas. Pesquisador do NEEDRAM - Núcleo de Estudos em Encenação Teatral e Escrita Dramática. Membro da Cia. Libélulas. Tem experiência como professor em escolas públicas e privadas de Santa Catarina. Desenvolve pesquisas nas áreas de Letras e Artes, com ênfase em Literatura Brasileira, Literatura Comparada e Teatro.

Publicado

2026-03-13