ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE, USOS CONFLITANTES E COBERTURA VEGETAL: UM ESTUDO COMPARATIVO NA BACIA DO RIO BELÉM, CURITIBA – PR

Autores/as

  • Gustavo Yuri Mine Misael Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.18616/ta.v24i0.4367

Resumen

A bacia do rio Belém, situada de norte a sul dentro dos limites do município
de Curitiba, apresenta muitos problemas quanto às áreas de preservação
permanente (APPs), devido a ocupações desordenadas e irregulares,
supressão da vegetação nativa e poluição de suas águas. A pesquisa
consistiu em avaliar e comparar duas áreas na bacia do rio Belém, uma na
região norte do município de Curitiba e outra na região sul, quanto à
conservação das APPs, com base no Novo Código Florestal Brasileiro, bem
como analisar os principais conflitos existentes e a taxa de cobertura vegetal
das áreas. Para classificar o grau de conservação, adotou-se o método
empregado por Moura (2007), quanto à conservação mínima, máxima ou
parcial. Foram utilizadas imagens de satélite do Google Earth Pro, bem
como software ArcGis 10 para a elaboração de mapas temáticos. Como
resultados, foram obtidos mapas temáticos da localização das áreas de
Estudo na bacia do rio Belém e mapas apresentando o índice de cobertura
vegetal em cada área. Concluiu-se que ambas as áreas não estão de acordo
com o Código Florestal, e apresentam graves problemas relacionados aos
usos do solo e poluição das águas. Porém, apresentam resultados bem
distintos, quanto aos conflitos e conservação da cobertura vegetal.
Palavras-chave: Novo Código Florestal. Usos do solo. Conservação.
Conflitos. Vegetação.

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Biografía del autor/a

Gustavo Yuri Mine Misael, Universidade Federal do Paraná

Universidade Federal do Paraná, Curitiba – PR, discente de mestrado e professor das Faculdades Integradas Camões, Curso de Gestão Ambiental

Publicado

2018-08-16

Cómo citar

Misael, G. Y. M. (2018). ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE, USOS CONFLITANTES E COBERTURA VEGETAL: UM ESTUDO COMPARATIVO NA BACIA DO RIO BELÉM, CURITIBA – PR. Tecnologia E Ambiente, 24, 81–97. https://doi.org/10.18616/ta.v24i0.4367