ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS DOIS MÉTODOS PROPOSTOS PELA NBR 6118:2007 PARA O DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA DE CISALHAMENTO EM VIGAS SUJEITAS A FLEXÃO SIMPLES.

Autores/as

  • Douglas de Souza Duarte
  • Daiane dos Santos da Silva
  • Alexandre Vargas
  • Bruno do Vale Silva

Resumen

O presente trabalho analisa as condições impostas pela NBR 6118:2007 para o dimensionamento da armadura de cisalhamento, que preconiza dois diferentes métodosde cálculo. O modelo de cálculo I, estabelece que a biela de compressão do concreto deve ter seu ângulo de inclinação fixado em   45º , já o modelo de cálculo II, permite para este ângulo uma variação entre 30 e 45º. Para o ângulo  de inclinação dos estribos, a norma estabelece para os dois modelos de cálculo, a variação entre 45 e 90º em relação ao eixo longitudinal do elemento estrutural. Para o presente estudo, utilizousepara todas as analises realizadas,   90º , devido ser este o ângulo utilizado na grande maioria das obras correntes. Para análise dos resultados obtidos através dos doismodelos de cálculo preconizados pela norma, é utilizado uma viga exemplo denominada como viga V202, com b cm w 14 , h  60cm e adotado uma altura útil d  50cm. Com o intuito de facilitar a análise, optou-se por dimensionar a armadura transversal de uma viga bi-apoiada, apenas com cargas lineares. Também será investigado as prescrições da NBR 6118:2007, no que se refere as taxas de armadura máximas e mínimas para uma determina seção transversal de um elementos estrutural, a máxima resistência de uma viga ao esforço cortante e a analise do dimensionamento da armadura de cisalhamento das vigas de uma edificação de pequeno porte.

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Publicado

2013-05-10

Cómo citar

Duarte, D. de S., Silva, D. dos S. da, Vargas, A., & Silva, B. do V. (2013). ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS DOIS MÉTODOS PROPOSTOS PELA NBR 6118:2007 PARA O DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA DE CISALHAMENTO EM VIGAS SUJEITAS A FLEXÃO SIMPLES. Tecnologia E Ambiente, 15. Recuperado a partir de https://www.periodicos.unesc.net/ojs/index.php/tecnoambiente/article/view/1169