O PAPEL FORMATIVO DO ATP NA EDUCAÇÃO ESCOLAR

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DOI:

https://doi.org/10.18616/rsp.v2i2.3759

Resumo

O presente estudo faz uma reflexão sobre a trajetória e atuação do assistente técnico-pedagógico (ATP) nas Escolas Estaduais de Santa Catarina, com o objetivo de verificar se as atribuições exercidas atualmente por esses profissionais nas instituições de ensino do Estado cumprem as funções previstas na Lei Complementar nº 668, de 28 de dezembro de 2015. Para atender ao objetivo, investigou-se, por meio de entrevistas semiestruturada, profissionais que atuam como ATP em Escolas Estaduais no município de Siderópolis/SC, com a pretensão de buscar na fala dos sujeitos as suas compreensões sobre o papel formativo do ATP. A análise apresentada baseou-se nas respostas das entrevistadas, fundamentando-se em autores como Alarcão (2001), Libâneo (2015), Lück (1997), Saviani (2005) e Veiga (1995), bem como em Leis Estaduais e Federais. Os dados analisados indicam que as atividades desenvolvidas pelas entrevistadas na escola não se constituem a partir de um planejamento. Fica o desafio dos gestores públicos pensarem em um programa de formação para esses profissionais que caminhe na direção de superar o trabalho fragmentado e descontinuado.

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Biografia do Autor

Ricardo Luiz de Bittencourt, Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC


Doutor em Educação. Coordenador Adjunto do Curso de Pedagogia da UNESC. Coordenador do Pibid Subprojeto Interdisciplinar.Líder do Grupo de Pesquisa Políticas, Saberes e Práticas de Formação de Professores. Pesquisador do GEU Unesc 

Kamila Ambrósio, Universidade do Extremo Sul Catarinense/UNESC.

Especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Universidade do Extremo Sul Catarinense/UNESC.

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Publicado

2018-04-18