(IM)POSSIBILIDADES DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS NO ENSINO REGULAR
DOI:
https://doi.org/10.18616/rsp.v9i1.10056Resumo
O objetivo geral desta pesquisa foi compreender como as(os) pedagogas(os) podem contribuir no processo de aprendizagem de alunos com deficiências, em que se refere às práticas pedagógicas. Os objetivos específicos foram: compreender brevemente a história da educação inclusiva no Brasil e identificar, com base nas Diretrizes Nacionais para os cursos de formação de professores, quais foram as mudanças na formação de estudantes de Pedagogia para atuação na educação inclusiva. Adotou-se a abordagem qualitativa para a análise dos dados, considerando-a como uma pesquisa descritiva. A pesquisa de campo foi realizada aplicando um questionário, com 10 perguntas abertas, enviado por meio eletrônico, para 8 professoras formadas em Pedagogia entre os anos de 2008 à 2023, que já atuaram com alunos com deficiência. Os documentos oficiais foram obtidos em portais do governo federal: Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), Estatuto da Pessoa com Deficiência (2015) e as diretrizes para formação de professores dos anos de 2006, 2015, 2019 e 2024. O estudo revelou que, embora existam desafios, as professoras, ao se dedicarem a conhecer as particularidades dos estudantes, conseguiram mobilizar estratégias de aprendizagem, que permitiram o desenvolvimento de práticas voltadas para as necessidades dos educandos, promovendo sua participação e potencializando o desenvolvimento de habilidades. Portanto, egressos do curso de Pedagogia podem contribuir no processo de aprendizagem dos estudantes com deficiência, estando aberto às diferenças, reconhecendo suas singularidades, dificuldades e potencialidades, propondo intervenções que possibilitem sua aprendizagem.
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