REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DO AUTISMO

Autores/as

  • Amanda Castro Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Caroline Pereira Fernandes Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Tamires Rosa Pacheco Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Gian de Oliveira Réus Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Maicol de Oliveira Brognoli Universidade do Extremo Sul Catarinense

Resumen

Na atualidade, o autismo está inserido no grupo de perturbações globais do desenvolvimento, sendo denominado como uma perturbação neurobiológica complexa. Em cada 1000 crianças 3 a 6 talvez venham a ser diagnosticadas como autistas, podendo ser de diversos grupos raciais, étnicos ou sociais e podendo atingir 4 a 5 vezes mais o sexo masculino em relação ao sexo feminino. Entende-se por autismo uma inadequação no desenvolvimento, que se apresenta de maneira grave durante toda a vida, e trazendo incapacidades para o indivíduo que a possui (FREITAS, 2015). Partindo desta realidade, percebeu-se a necessidade de se realizar uma pesquisa em uma das instituições que prestam este serviço às famílias de indivíduos autistas: a AMA (Associação de Pais e Amigos dos Autistas da Região Carbonífera de Santa Catarina). Sob este prisma, pretendeu-se realizar a pesquisa com os profissionais da instituição citada, e identificar as representações sociais sobre o autismo mediante ao cargo que exercem como trabalhadores na instituição, e analisar também, seus sentimentos nas suas variadas formas de interação com o indivíduo com o espectro autista. Compreende-se que as concepções desses atores sociais permitem entender a natureza e qualidade de suas relações e intervenções.

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Publicado

2018-06-25