A CRISE DA FORMAÇÃO CULTURAL NA SOCIEDADE ADMINISTRADA

FUNDAMENTOS PARA A CRÍTICA À EDUCAÇÃO DANIFICADA

Autores

  • Bianca Stela Luiz e Silveira Universidade Federal de Santa Catarina
  • Roselaine Ripa Universidade do Estado de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.18616/ce.v13i2.8605

Resumo

Este artigo tem como objetivo apresentar os subsídios teórico-críticos da primeira geração da Escola de Frankfurt acerca da crise da formação cultural operada pelo poder ideológico da indústria cultural, considerando as contradições que permeiam a semiformação como forma de socialização predominante na sociedade administrada. Por meio de uma pesquisa bibliográfica fundamentada na produção intelectual de Theodor Adorno, Max Horkheimer e Herbert Marcuse, é possível considerar que a Teoria Crítica da Sociedade oferece contribuições relevantes para refletir sobre as tendências regressivas que permeiam o movimento de racionalização dos processos educacionais como substrato da educação danificada na contemporaneidade. Nesse sentido, ao desvelar as contradições imanentes à sociedade moderna em sua materialidade histórica, as análises empreendidas ao longo do estudo tornam-se relevantes para estabelecer um diagnóstico acurado da crise da formação cultural na atualidade, sendo essa uma condição fundante para dimensionar alternativas qualitativamente melhores de organizar a vida e transcender a realidade objetiva.

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Publicado

2024-08-29

Edição

Seção

A Atualidade da Teoria Crítica e suas Interfaces com a Extensão Universitária