IMAGINÁRIO, O DINAMIZADOR DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DOCENTE
DOI:
https://doi.org/10.18616/ce.v10i2.5691Resumo
O presente texto apresenta como objetivo as concepções sobre a constituição do imaginário a partir do processo dialógico com a constituição da identidade profissional. Com isso, a metodologia conta com o embasamento teórico realizado através de revisão de literatura, por meio de artigos científicos, teses, dissertações e livros de renomados autores. A partir dos resultados da pesquisa, foi possível identificar que a subjetividade, isto é, a identidade docente, está caracterizada pelas suas ações nas relações pedagógicas, constituídas pelos processos dialógicos com temáticas emergentes. As considerações compreendem as características que compõem da competência para a identidade docente da educação num contexto prático, social e cultural, isto é, a partir do imaginário é possível constituir-se, desconstruir-se e reconstruir-se enquanto profissional docente.
Downloads
Referências
BACZKO, Bronislaw. Los Imaginarios Sociales: memórias y esperanzas colectivas.
Buenos Aires: Nueva Visión, 1984.
BARBIER, René. Sobre o imaginário. Trad. Márcia Lippincott da Costa e Vera de Paula. Em Aberto, Brasília, (61): 15-23, jan./mar. 1994.
BERGAMASCHI, M. A; ALMEIDA, D. B. Memoriais escolares e processos de iniciação à docência. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 29, n. 02, p. 15-41, 2013.
CASTORIADIS, Cornélius. A Instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. Lisboa: Presença, 1989.
FOSSATTI, Paulo. Perfil docente e produção de sentido. Canoas: Ed. Unilasalle, 2013.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GONÇALVES, José Alberto M. A carreira das professoras do ensino primário. In NÓVOA, António (org.). Vidas de professores. 2a ed. Portugal: Porto Editora, 2000.
LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Complexidade e dialética: contribuições à práxis política e emancipatória em educação ambiental Educ. Soc., Campinas, vol. 26, n. 93, p. 1473-1494, Set./Dez. 2005.
MÜLLER, Márcia Beatriz Cerutti. Surdez, gênero e sexualidade: um estudo sobre o imaginário social em uma escola de ensino fundamental bilíngue no sul do Brasil. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade La Salle, Canoas, 2017.
. O imaginário docente na perspectiva da inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no ensino superior: um percurso de significados e ressignificações. Dissertação (mestrado em Educação) - Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS, Porto Alegre, 2005.
LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E.D.A. Pesquisa em educação: abordagens
qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
NÓVOA, Antônio. Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
. (org.). Vidas de professores. 2a ed. Porto: Porto Editora, 2000.
REY, Fernando Gonzalez. Sujeito e Subjetividade. Trad. Raquel Souza Lobo
Guzzo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
TARDIF, Maurice. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. 6. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
VIGOTSKI, L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Na qualidade de titular dos direitos autorais relativos à obra acima descrita, o autor, com fundamento no artigo 29 da Lei n. 9.610/1998, autoriza a UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense, a disponibilizar gratuitamente sua obra, sem ressarcimento de direitos autorais, para fins de leitura, impressão e/ou download pela internet, a título de divulgação da produção científica gerada pela UNESC, nas seguintes modalidades: a) disponibilização impressa no acervo da Biblioteca Prof. Eurico Back; b) disponibilização em meio eletrônico, em banco de dados na rede mundial de computadores, em formato especificado (PDF); c) Disponibilização pelo Programa de Comutação Bibliográfica – Comut, do IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), órgão do Ministério de Ciência e Tecnologia.
O AUTOR declara que a obra, com exceção das citações diretas e indiretas claramente indicadas e referenciadas, é de sua exclusiva autoria, portanto, não consiste em plágio. Declara-se consciente de que a utilização de material de terceiros incluindo uso de paráfrase sem a devida indicação das fontes será considerado plágio, implicando nas sanções cabíveis à espécie, ficando desde logo a FUCRI/UNESC isenta de qualquer responsabilidade.
O AUTOR assume ampla e total responsabilidade civil, penal, administrativa, judicial ou extrajudicial quanto ao conteúdo, citações, referências e outros elementos que fazem parte da obra.
DECLARAÇÃO DE ÉTICA E BOAS PRÁTICAS NA PESQUISA CIENTIFICA
A Revista CRIAR EDUCAÇÃO – PPGE/UNESC , ISSN eletrônico 2315-2452, dedica-se a cumprir as boas práticas de publicação científica no que diz respeito à conduta ética condizente com a editoração cientifica de periódicos. A prevenção da negligência também é uma responsabilidade crucial do editor e da equipe editorial da Revista Criar Educação: qualquer forma de comportamento antiético, no trato e respeito aos direitos das pessoas, bem como repudia o plágio em qualquer instância,. Adotamos como orientação consultiva as Resoluções do Código de Ética vigente que regem as boas práticas em pesquisa cientifica (Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde e Resolução 510/2016 (Pesquisas em Ciências Humanas e Sociais).










