A ação dos fármacos para o tratamento na Doença de Parkinson e as possíveis alterações no comportamento alimentar: uma Revisão Integrativa

Autores

  • Fábio Antônio Mota Fonseca da Silva Bacharel em Nutrição, Centro Universitário Brasileiro (UNIBRA)
  • Débora Carla Monteiro de Oliveira Bacharel em Nutrição, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Kayane Victoria Barreto Bernadino Bacharel em Fisioterapia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) https://orcid.org/0009-0008-0656-2190
  • Lyvia Maria de Almeida Melo Bacharel em Psicologia, Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS)
  • Amanda de Hollanda Winkler Bacharel em Psicologia, Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS)
  • Camilla de Andrade Tenório Cavalcanti Discente do Programa de pós graduação em Biociência Animal, Universidade Federal Rural de Pernambuco, (UFRPE)
  • Sara Maria Xavier da Cruz Discente do Programa de pós graduação em Biologia Parasitária, Fundação Oswaldo Cruz (IOC)
  • Vanessa Ribeiro Leite Celestino Discente do Programa de pós graduação em Bioquímica e Fisiologia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Isvânia Maria Serafim da Silva Lopes Docente do Departamento de Biofísica e Radiobiologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v14i5.8579

Resumo

A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo. O tratamento medicamentoso não cura a patologia, mas atua retardando e reduzindo os sintomas. No entanto, acabam resultam colaterais como os distúrbios de controle de impulso. A alimentação é um dos fatores que pode sofrer influência durante os tratamentos utilizados. No qual, pode resultar em uma maior ingestão e descontrole frente às refeições diárias. O presente trabalho se propõe a avaliar se os remédios mais utilizados no tratamento na DP possuem ligações com o surgimento de modificações alimentares em humanos. A metodologia utilizada consistiu em uma revisão integrativa da literatura. Analisando os resultados é possível verificar uma tendência do uso de Agonistas de Dopamina (AD) e/ou da Levodopa, relacionados ao aumento de tecido adiposo, sejam os fármacos utilizados em associação ou não. Os efeitos negativos podem ser tamanhos, que tem potencial de auxiliar no início de um quadro de transtorno de compulsão alimentar (TCA). Então, para minimizar os danos a saúde do indivíduo, é preciso acompanhar a possível evolução das modificações alimentares ocasionadas por meio dos tratamentos farmacológicos para a DP, avaliando a necessidade de realizar uma troca do tratamento, além da atuação de profissionais da área de saúde, como nutricionistas e psicológicos para evitar um cenário de obesidade.

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Publicado

2024-06-28

Edição

Seção

Artigo