O uso de canabidiol no tratamento dos transtornos do espectro autista

Revisão das evidências existentes

Autores

  • Leticia Burato Wessler Universidade do Extremo Sul Catarinense
  • Jaime Lin
  • Maiara de Aguiar da Costa
  • Cinara Ludvig Gonçalves

DOI:

https://doi.org/10.18616/inova.v15i3.7918

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista é um distúrbio do neurodesenvolvimento, heterogêneo e de forte componente genético. Possui alta prevalência de comorbidades psiquiátricas, explicada tanto por mecanismos fisiopatológicos semelhantes quanto por sobreposição de sintomas e fatores externos, questões que podem tanto dificultar o diagnóstico da associação quando gerar mecanismo agravante entre os distúrbios. Recentemente, órgãos americanos aprovaram o uso do canabidiol para tratamento de encefalopatias refratárias graves, uma delas a Síndrome de Dravet que cursa com elevada frequencia de sintomas de autismo. É possível que ambas as condições compartilhem mecanismos fisiopatológicos similares e ainda que o canabidiol possa ser utilizado também para o tratamento do TEA. Por esses fins, a presente revisão objetiva abordar aspectos atuais de interesse clínico e científico sobre o uso do canabidiol no tratamento do TEA.

Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista, canabidiol, tratamento

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Publicado

2025-02-18

Edição

Seção

Neurociências