TEMPO DE ESPERA PARA CIRURGIAS AMBULATORIAIS: fatores que interferem na realização de cirurgias eletivas.
DOI:
https://doi.org/10.18616/inova.v13i1.5288Resumo
Longos períodos de espera para cirurgias eletivas, geram consequências adversas como ansiedade, agravamento da sintomatologia, necessidade de serviços médicos e aumento de custos na saúde, podendo ser considerado como uma ineficaz prestação de assistência. O estudo pretende identificar os fatores que interferem no tempo que os pacientes aguardam por procedimentos cirúrgicos eletivos em um Hospital Regional da cidade de Sobral – Ceará. Pesquisa documental e quantitativa, baseada em 23 prontuários de pacientes pré-operatórios. A coleta de dados ocorreu nos meses de março e julho de 2015, através de um formulário com questões que abordou sobre fatores que interferem no tempo de espera. A análise dos dados foi realizada através do softtware Microsoft Exel® 2013. Foram observados como a solicitação de exames pré-operatórios (91%), encaminhamento para outras especialidades médicas (17%), além da suspensão do procedimento cirúrgico (22%), que envolvem condições clínicas do paciente (50%) e impossibilidade do médico anestesista (33%). Estes dados prolongam o tempo de espera causando um desgaste físico e emocional ao paciente, podendo levar, muitas vezes, a desistência do procedimento. Deve-se considerar a real necessidade e impacto dos fatores que interferem no tempo de espera pela cirurgia. Uma gestão eficaz é de grande importância, pois pode reduzir danos significativos ao paciente e ao sistema de saúde.
Palavras-chave: Procedimentos Cirúrgicos Ambulatórios; Acesso aos Serviços de Saúde; Centros Cirúrgicos; Fatores de Tempo; Listas de Espera.
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