O uso da inteligência artificial e mug-books em sede de investigação criminal para reconhecimento pessoal

uma análise crítica da aplicabilidade do Tema 1.258 do Superior Tribunal de Justiça

Autores

  • Marcos José de Oliveira
  • Manuella Santana Carvalho
  • Alexandre de Paula Filho

Resumo

A a utilização de reconhecimento pessoal na esfera criminal, com
a modernização das tecnologias vem se refinando com o passar dos anos. Neste
contexto, os bancos de dados fotográficos confeccionados por agências estatais de
investigação criminal estão sendo construídos a partir de informações coletadas em
prédios, estádios, instituições financeiras e cadastros para fins eleitorais. Para tanto,
tem-se utilizado o mug-book, isto é, um banco de dados restrito com fotografias de
indivíduos capturadas no decorrer de investigações ou no momento de prisão, bem
como o uso da Inteligência Artificial e os seus algoritmos para realizar o
reconhecimento facial em comparação com detecção facial, extração de
características e comparação de similaridade a partir de banco de dados de imagens
captadas. 

Biografia do Autor

Marcos José de Oliveira

ós-graduado em Direito Constitucional pela Universidade Vale do Aracaú. Professor convidado de
Pós- graduação em Direito Penal e Criminologia. Marcosjoliveira1918@gmail.com.

Manuella Santana Carvalho

Bacharela em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco. Manusantana4@gmail.com

Alexandre de Paula Filho

Mestre e Doutor pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Professor do Centro
Universitário Frassinetti do Recife (UNIFAFIRE). E-mail: alexandrem@prof.unifafire.edu.br.

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Publicado

2025-12-11